OMFG!
asfacesdeeliza:

(foto da Universidade de Gloucestershire, campus Francis Close Hall, em Cheltenham)
 

Capítulo 1. 
A garota na multidão.
Um Aston Martin DB5 azulado estacionou com precisão na vaga de funcionários. Parado a dianteira do carro bem em frente a uma placa temporária com seu nome. O motor chiou, chacoalhou e parou, assim como seu dono, que se esticou no banco do motorista, retirando as mãos do volante e desligando o carro. 
Com a mão esquerda segurou fortemente a maleta preta de couro, a outra fechou a porta do carro, enquanto seus pés ganhavam o estacionamento do local, levando-o para dentro de um dos prédios que havia em volta. As colunas de mármore cresciam conforme se aproximava as paredes de pedras brutas se tornavam mais lisas e brilhosas, sem o incomodo com ervas trepadeiras. A calçada estava mais limpa, folhas caídas de um outono outrora já não habitavam o local, muito menos o pátio que crescia aos seus olhos, o chafariz impetuoso no centro com uma figura religiosa que dava as boas vindas de braços apertos para os portões daquela universidade. 
Seus passos viraram e deu as costas à fonte, entrando pelos portões coloniais, cumprimentando dois guardas que os guardavam. Retirou do bolso o pequeno mapa que havia sido lhe entregue em uma reunião passada, não precisaria mais ir a diretoria para se localizar, ou descobrir o que faria ali, por isso apenas consultou o desenho rápido e gasto no papel, averiguando que estava no prédio certo, o centro de eventos daquela pequena, mas oponente, instituição de ensino. 
Entrou em um longo corredor, com algumas portas distribuídas pela extensão deste, e viu seu nome brilhar ao longe, escrito em dourado na placa de madeira, pendurado sobre a porta. Caminhou até o mesmo, ouvindo sons de conversas ao longe, estava em horário de aula pelo que sabia, e logo teria em suas mãos a lista de alunas em que se encontraria naquela tarde. 
O escritório era simples, completamente diferente do seu consultório, comparou. Quadrado, com uma mesa aos fundos, de frente para a porta e de costas paras as janelas. Havia um estante ali, abarrotada de livros que ele ainda não conhecia. Um divã estava do outro lado, assim como uma poltrona e uma mesa de centro, onde havia água e algumas bolachas. Tão impessoal e frio, como poderia deixar alguém confortável para conversar numa sala como aquelas? Ainda mais com o oponente crucifixo na parede. Mas de nada poderia reclamar, era seu primeiro dia ali, o primeiro de muitas quintas-feiras que passaria naquela universidade. 


Trecho do primeiro capítulo de “As Faces de Eliza”

asfacesdeeliza:

(foto da Universidade de Gloucestershire, campus Francis Close Hall, em Cheltenham)


Capítulo 1.

A garota na multidão.

Um Aston Martin DB5 azulado estacionou com precisão na vaga de funcionários. Parado a dianteira do carro bem em frente a uma placa temporária com seu nome. O motor chiou, chacoalhou e parou, assim como seu dono, que se esticou no banco do motorista, retirando as mãos do volante e desligando o carro.

Com a mão esquerda segurou fortemente a maleta preta de couro, a outra fechou a porta do carro, enquanto seus pés ganhavam o estacionamento do local, levando-o para dentro de um dos prédios que havia em volta. As colunas de mármore cresciam conforme se aproximava as paredes de pedras brutas se tornavam mais lisas e brilhosas, sem o incomodo com ervas trepadeiras. A calçada estava mais limpa, folhas caídas de um outono outrora já não habitavam o local, muito menos o pátio que crescia aos seus olhos, o chafariz impetuoso no centro com uma figura religiosa que dava as boas vindas de braços apertos para os portões daquela universidade.

Seus passos viraram e deu as costas à fonte, entrando pelos portões coloniais, cumprimentando dois guardas que os guardavam. Retirou do bolso o pequeno mapa que havia sido lhe entregue em uma reunião passada, não precisaria mais ir a diretoria para se localizar, ou descobrir o que faria ali, por isso apenas consultou o desenho rápido e gasto no papel, averiguando que estava no prédio certo, o centro de eventos daquela pequena, mas oponente, instituição de ensino.

Entrou em um longo corredor, com algumas portas distribuídas pela extensão deste, e viu seu nome brilhar ao longe, escrito em dourado na placa de madeira, pendurado sobre a porta. Caminhou até o mesmo, ouvindo sons de conversas ao longe, estava em horário de aula pelo que sabia, e logo teria em suas mãos a lista de alunas em que se encontraria naquela tarde.

O escritório era simples, completamente diferente do seu consultório, comparou. Quadrado, com uma mesa aos fundos, de frente para a porta e de costas paras as janelas. Havia um estante ali, abarrotada de livros que ele ainda não conhecia. Um divã estava do outro lado, assim como uma poltrona e uma mesa de centro, onde havia água e algumas bolachas. Tão impessoal e frio, como poderia deixar alguém confortável para conversar numa sala como aquelas? Ainda mais com o oponente crucifixo na parede. Mas de nada poderia reclamar, era seu primeiro dia ali, o primeiro de muitas quintas-feiras que passaria naquela universidade.


Trecho do primeiro capítulo de “As Faces de Eliza”

asfacesdeeliza:

(não será a capa original)

asfacesdeeliza:

(não será a capa original)

betapinheiro:
betapinheiro:

themagicofliterature:

Always.. again! <3

betapinheiro:

themagicofliterature:

Always.. again! <3

image

minilondon:

“go on, get up, get out, don’t even think about it;
you don’t need to leave it behind, but you can leave without it..”

minilondon:

“go on, get up, get out, don’t even think about it;

you don’t need to leave it behind, but you can leave without it..”

fin-nick-o-dair:

I JUST WANT THEM NOW! 

fin-nick-o-dair:

I JUST WANT THEM NOW!